WIZA GO · Terraporto · Uíge ↔ Luanda

A infraestrutura que transforma fluxo informal em mobilidade mensurável.

A WizaGo combina operação física, coordenação de operadores e tecnologia para organizar passageiros, motoristas e cargas no transporte interprovincial de Angola.

  • Corredor inicial: Uíge ↔ Luanda
  • Terraporto-piloto em preparação
  • Operação física + camada digital
  • Selecionada para o AHTLS 2026

Tese de oportunidade

O problema não é falta de procura. É falta de infraestrutura de confiança.

Passageiros

  • Espera imprevisível
  • Embarque desorganizado
  • Pouca informação
  • Segurança e previsibilidade insuficientes

Operadores

  • Disputa por passageiros
  • Dependência de lotadores informais
  • Taxas sem serviço formal correspondente
  • Baixa previsibilidade operacional

Cargas

  • Ausência de rastreio
  • Comunicação fragmentada
  • Custódia informal
  • Atrasos na entrega e no levantamento

Quando o fluxo é organizado, a eficiência deixa de ser invisível e começa a ser medida.

Mercado inicial e ponto de entrada

Começamos num corredor com fluxo diário, operadores existentes e dor evidente.

UígeLuandaANGOLA · esquema, sem escala
13

agências formais identificadas no Uíge

Levantamento de campo
2

autocarros por agência/dia

Informação de campo
48

lugares por autocarro

Capacidade indicada
30–50

turismos/dia no sentido Uíge → Luanda

Estimativa de campo
A validar

fluxo semelhante no sentido Luanda → Uíge

Em validação operacional

Dados de campo / em validação operacional. Não representam passageiros pagos nem receita realizada.

O primeiro Terraporto não precisa de criar um mercado. Precisa de capturar e organizar uma fração mensurável de um fluxo que já existe.

O produto

O Terraporto é o produto. A tecnologia torna a operação mensurável.

Entrada e controlo
Fila operacional
Zona de embarque
Associação de operadores
Administração
Custódia de cargas
Segurança
Circulação
Zonas: entrada e controlo, fila operacional, zona de embarque, sala da associação de operadores, administração, custódia de cargas, segurança e área de circulação de passageiros.
Terreno identificado
≈ 60 × 65 m
Área potencial
≈ 3.900 m²
Renda indicativa em negociação
≈ 300.000 Kz/mês

Localização em negociação. A implementação depende de contrato, licenciamento, orçamento técnico e capital de ativação.

Como a operação cria valor

Da disputa à ordem operacional.

  1. 01

    Intenção — passageiro manifesta a viagem por agente, telefone ou canal digital

  2. 02

    Fila — operador entra por ordem operacional

  3. 03

    Registo — motorista, viatura e partida são registados

  4. 04

    Embarque — passageiros e cargas processados no ponto formal

  5. 05

    Partida — a operação gera dados e previsibilidade

Menos tempo perdidoMenos conflito por passageirosMelhor utilização dos veículosRastreabilidade das cargasDados para gestão e melhoria contínua

Serviço de cargas

A carga deixa de ser um problema de comunicação e passa a ser um fluxo controlado.

  1. 01

    Etiqueta

  2. 02

    Registo

  3. 03

    Transporte

  4. 04

    Custódia

  5. 05

    Notificação

  6. 06

    Levantamento

Hipótese de monetização

Hipótese a validar
Etiqueta / carga rastreada
1.000 Kz
Tolerância de levantamento
2 dias
Dia adicional após tolerância
1.000 Kz/dia

Modelo de preço inicial sujeito à validação do piloto e à definição dos termos de responsabilidade, seguro e carga não levantada.

Benefício para o sistema

  • O motorista perde menos tempo com chamadas e entregas
  • O comerciante acompanha a carga
  • O Terraporto gera registo de entrada, custódia e levantamento
  • A operação cria uma camada de confiança para o comércio interprovincial

Aquisição e primeiros utilizadores

Não dependemos de downloads para começar.

  1. ATILU / operadores existentes
  2. Agentes de campo e coordenação local
  3. Terraporto-piloto
  4. Passageiros e comerciantes
  5. Repetição, recomendação e dados operacionais

Canais

  • Articulação com a ATILU
  • Agentes no local
  • WhatsApp e telefone
  • Comerciantes do corredor
  • Presença física no Terraporto
  • Recomendação e passageiros recorrentes

Evidência actual

Dados de campo
  • Mais de 30 motoristas entrevistados
  • A ATILU representa uma base relevante de operadores
  • 3 reuniões realizadas com condições de adesão discutidas
  • Localização identificada
  • Modelo operacional definido, em preparação para piloto

Registar interesse no Terraporto

Operadores, comerciantes, parceiros ou interessados em capital podem deixar o seu contacto.

Os dados não são guardados neste site: são enviados por WhatsApp para +244 975 261 333.

Estado actual e próximos marcos

Já validámos o problema. O próximo passo é validar a operação e a economia.

DimensãoEstado
Problema de passageiros, operadores e cargasValidado em campo qualitativamente
Corredor inicialIdentificado e em análise operacional
Rede de operadoresAcesso e interesse preliminar em articulação
TerrenoIdentificado; contrato ainda necessário
Modelo TerraportoDesenhado; POC físico ainda por executar
TecnologiaCamada digital/MVP em desenvolvimento
ReceitasHipóteses comerciais para validação
EscalaModelo potencialmente replicável após prova do piloto

Próximos marcos

  1. 01

    Contrato e licenciamento do local

  2. 02

    Orçamento técnico e projeto de implementação

  3. 03

    Ativação da equipa e regras operacionais

  4. 04

    Piloto de 90 dias

  5. 05

    Medição de passageiros, partidas, cargas, espera, incidentes e receita

  6. 06

    Decisão de replicação

Métricas de criação de valor

O que será medido no piloto.

Eficiência

KPI a validar
  • Tempo médio de espera
  • Tempo de permanência do veículo
  • Partidas por dia
  • Ocupação média
  • Taxa de utilização do parque

Operação

KPI a validar
  • Operadores registados
  • Operadores ativos
  • Passageiros embarcados
  • Cargas etiquetadas
  • Cargas levantadas
  • Incidentes e reclamações

Economia

KPI a validar
  • Receita por passageiro
  • Receita por carga
  • Margem de contribuição
  • Custo operacional por partida
  • Custo de aquisição e retenção
  • Ponto de equilíbrio real

Impacto operacional

KPI a validar
  • Formalização de operadores
  • Empregos diretos
  • Redução de conflitos
  • Melhor rastreabilidade
  • Fluxo retirado da berma da estrada

Modelo económico

Duas dores reais. Duas linhas iniciais de receita.

Receita de operação

Hipótese
  • Taxa associada ao embarque/passageiro, conforme a tarifa final aprovada
  • Serviço de rastreio e custódia de cargas
  • Taxa de permanência após o período de tolerância

Estrutura de custos

  • Equipa de operação
  • Segurança
  • Renda/adaptação do local
  • Água, energia e internet
  • Tecnologia
  • Contabilidade e compliance
  • Etiquetas e materiais
  • Manutenção e contingência

Os números financeiros detalhados (cenários conservador, base e agressivo, com período, fórmula e fonte) são partilhados diretamente pela equipa e ficam sujeitos à validação do piloto.

Solicitar resumo financeiro

Simulador de potencial — KPIs técnicos

Da intenção registada à viagem cheia: quanto vale a procura que já captámos.

Ajuste as premissas e veja, em tempo real, quantas viagens são necessárias para servir as intenções registadas, quantos dias leva a encher cada partida, o ponto de equilíbrio e o prazo de retorno do capital.

Premissas ajustáveis

939

Base de campo actual da plataforma

65 dias

1 ago – 4 out 2026

66 %

Fluxo dominante do corredor

35 %

Premissa conservadora

15

Turismo/hiace padrão

90 %

Partida só com viatura cheia

1500 Kz

Hipótese de receita, não tarifa

10

Kargas Uíge ⇄ Luanda

1000 Kz

Hipótese de receita

2 500 000 Kz

Equipa, local, tecnologia

60 000 000 Kz

Pedido actual: 60M AOA

8 %

Efeito rede + marketing

Tracção da procura

Intenções / dia

14,4

939 em 65 dias

Viagens p/ servir a base

68

14 passageiros por partida

Custo de capital / intenção

63 898 Kz

Capital ÷ procura registada

Passageiros / dia

5,1

Conversão 35%

Partidas cheias / dia

0,4

Uíge 0,2 · Luanda 0,1

Tempo p/ encher 1 viatura

2,8 dias

Ao ritmo actual de procura

Operação e economia mensal

Viagens / mês

11

152 passageiros

Viaturas activas

1

1 rotação diária por viatura

Receita mensal

0,53M Kz

Pax 0,23M · Kargas 0,30M

Resultado operacional

-1,97M Kz

Margem -374%

Break-even

3,5 viagens/dia

49 pax ou 140 intenções/dia

Payback do capital

> 24 meses

ROI 12m: -33%

Projecção 12 meses

Receita acumulada: 10,0M Kz

Vermelho: capital ainda a recuperar · Verde: capital recuperado. Hipóteses de simulação, sujeitas à validação do piloto.

Vantagem competitiva

Não somos apenas uma aplicação. Não somos apenas um parque.

CapacidadeAgência formalParque informalWizaGo / Terraporto
Local formalSimNãoSim
Turismos integradosLimitadoSimSim
Fila organizadaParcialNãoSim
Rastreio de cargasLimitadoNãoSim
Registo de operadoresParcialNãoSim
Dados operacionaisInternosNãoSim

Coluna WizaGo / Terraporto descreve o modelo desenhado para o piloto.

Vantagens defensáveis

  • Conhecimento de campo no corredor
  • Infraestrutura física + coordenação digital
  • Acesso inicial a operadores existentes
  • Integração de passageiros e cargas
  • Dados gerados a partir de operação real
  • Modelo desenhado para replicação por corredores

Pedido e utilização do capital

Capital para provar o primeiro Terraporto e converter validação em operação.

60M AOA

Pedido de capital para implementação, ativação e piloto operacional no corredor Uíge–Luanda.

Estamos abertos a uma estrutura de capital alinhada com o perfil de risco, os marcos de implementação e a criação de valor do projeto.

Utilização proposta

  • Adaptação e infraestrutura do local
  • Segurança e controlo de acesso
  • Custódia de cargas
  • Contratação e formação da equipa
  • Tecnologia e registo operacional
  • Licenciamento, contabilidade e conformidade
  • Capital de giro e contingência

Desembolso por marcos

  1. M1Terreno, documentação e projeto técnico
  2. M2Infraestrutura mínima e equipa
  3. M3Operação-piloto e aquisição inicial
  4. M4Dados de 90 dias e decisão de expansão

O capital não financia apenas crescimento. Financia a produção de evidência operacional para reduzir risco e decidir a escala seguinte.

Solicitar reunião de investimento

Roadmap

Primeiro provar. Depois repetir.

  1. 0–3 meses

    • Contrato/local
    • Projeto e orçamento
    • Licenciamento
    • Regras operacionais
    • Mobilização de operadores
  2. 3–6 meses

    • Adaptação do local
    • Contratação e formação
    • Ativação do Terraporto
    • Primeiras partidas e cargas
  3. 6–12 meses

    • Piloto de 90 dias
    • KPIs operacionais
    • Receita real
    • Custos reais
    • Melhorias do processo
  4. 12–24 meses

    • Operação nos dois sentidos
    • Ponto parceiro em Luanda
    • Decisão sobre segundo corredor

Visão de longo prazo: uma rede de nós formais para o transporte terrestre interprovincial.

A procura já existe. O próximo passo é dar-lhe um sistema.

Estamos a preparar o primeiro Terraporto no corredor Uíge–Luanda. Se pretende acompanhar a implementação, explorar uma parceria ou avaliar a oportunidade de capital, fale com a equipa.